Quinta das Bajancas Colheita 2011  Douro
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Quinta das Bajancas Colheita 2011 | Douro


Código 374

R$ 135,00

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  • Descrição
  • Região
  • Produtor

750ml 
Região: Douro - DOC Douro
Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz.

Amadurecimento: 12 meses em barricas de carvalho de 500 litros
Vinho límpido, de cor vermelho rubi, com um aroma complexo com notas florais, frutos vermelhos e mineral. Bom volume de boca, com uma acidez equilibrada, taninos suaves e de frescura apelativa.
Final de boca prolongado com notas de tosta e café.

Harmonização: O seu perfil elegante e complexo combina idealmente com boas carnes, caça e queijos intensos

Teor alcoólico: 14,5°

As vinhas na região do Douro remontam a 4.000 anos e foram introduzidas por povos primitivos que habitaram a região por muitos séculos. no Século I com a chegada dos romanos, a vinicultura ganhou bastante importância e durante vários outros séculos posteriores a região foi habitada por diversos povos, desde suevos a visigodos e então muçulmanos que dominaram a região por um longo período. Em 1143 foi estabelecido o Reino de Portugal e entre os séculos XVII e XIX o comércio de vinhos já estava inteiramente estabelecido, tendo a Inglaterra como principal consumidor. A grande procura dos ingleses pelo vinho douriense fez com que sua qualidade caísse drasticamente, resultando na intervenção do Marques de Pombal, que criou a primeira Denominação de Origem do mundo, o Douro Vinhateiro. Ele demarcou a região entre 1757 e 1761 com grandes marcos de granito gravados com a palavra "feitoria" no terreno designado. No século XIX o oídio e a filoxera se abateram sobre a região, que demorou um tempo para recuperar-se. Hoje o Douro é uma das mais apreciadas regiões vinícolas, de onde saem excelentes vinhos tranquilos dourienses e onde são plantadas as uvas para o Vinho do Porto, o mais famoso vinho à época da demarcação e um dos ícones mundiais até hoje. Um dos grandes atrativos da região, assim como de todo Portugal são suas castas autóctones, locais e originais, cheias de personalidade - inclusive nos nomes - e verdadeiros símbolos da resistência portuguesa. A região está situada no nordeste de Portugal e na bacia hidrográfica do rio Douro e um total de 250 mil hectares. Há três subdivisões (por fatores climáticos e sócio-econômicos) dourienses: Baixo Corgo e Cima Corgo (antes chamados de Alto Douro) e Douro Superior. Há cerca de 33 mil produtores na região do Douro e cada um possui uma média de 1 hectare de vinhas uma vez que a cobertura de vinhas da região demarcada é de apenas 18,3%. A DOC (Denominação de origem controlada) Douro é regulada pelo IVDP (Instituto do Vinho do Porto e Douro) mas há também outras categorias de vinhos na região, como o VEQPRD (Vinho espumante de qualidade produzido em região demarcada), a DOC Porto e utras demoninações mais simples. Portugal mantém o conceito de estilos de vinhos, que podem ser considerados mais importantes que as denominações às quais eles estão submetidos. Entender os estilos de vinhos portugueses é uma excelente forma de guiar as compras. A região do Douro possui diversos estilos.

Em relação aos vinhos tranquilos:

Tintos para consumir jovens (tintos e brancos): para serem consumidos no dia-a-dia e nos primeiros anos depois da safra.

Tintos de guarda (tintos e brancos): mais complexos, elaborados e sofisticados, podem trazer no rótulo os termos Reserva ou Grande Reserva. Esses vinhos podem ter guarda de anos e até décadas a depender do produtor.

Vinhos rosados: esse estilo é relativamente novo e vem tomando forma nos últimos anos com o aumento da produção. Semelhantes ao estilo jovens, servem para serem consumidos no dia-a-dia.

Outros vinhos do Douro: menos comuns de serem encontrados, são os espumantes, moscatéis, "vinho novo" e colheita tardia, normalmente sob outras denominações que não DOC.

Douro

Quinta das Bajancas

Região: Portugal – Douro

A paixão pela terra e pelo vinho levou a Família Lamas a decidir tentar produzi-lo. Para tal optaram sempre pela excelência e pelo rigor em todos os detalhes da sua elaboração.

A decisão de plantar a vinha da Quinta das Bajancas foi tomada em 1993 tendo-se estudado relativamente às condições edafoclimáticas do local e quais as castas mais adequadas. Após tal estudo, foram escolhidas as castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Francisca e Tinta Amarela para os vinhos tintos e Rabigato, Gouveio, Malvasia Fina e Códega do Larinho para os vinhos brancos.

A primeira plantação teve então lugar numa parcela com 4 hectares de meia encosta virada ao sul e de conhecidas potencialidades, denominada "bajancas".

A vinha foi plantada no início de 1994 e, durante 10 anos, tomou-se a decisão de não produzir e engarrafar quaisquer quantidades por forma a favorecer apenas o desenvolvimento vegetativo da planta.

Em 2000 procedeu-se à segunda fase de plantação da vinha em mais 8 hectares, com as castas Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Nacional , Tinta Barroca, Touriga Franca e Tinta Francisca, ficando a Quinta das Bajancas com um total de 12 hectares de vinha.

No ano de 2004 foi elaborado o primeiro vinho pois o conhecimento técnico foi absolutamente decisivo para atingir os objetivos propostos. Foi estabelecida uma parceria com a empresa de enologia 2PR, que opta sempre pela excelência e pelo rigor em todos os detalhes desde a sua elaboração à sua comercialização.

A Quinta tem capacidade de produzir até ao limite de 48.000 garrafas (750 ml), 41.000 de vinho tinto e 7.000 de vinho branco, de um vinho que se convencionou chamar Vinho de Quinta, o que significa que a Quinta só pode produzir e engarrafar os seus próprios vinhos.

// Comentários

Comentários
  • Gilmara Vesolli em 18/01/2017 16:18:23

    Rubi muito escuro. Aromas tímidos que precisam de tempo. Muita fruta madura depois. Vai ficando complexo. Tanino firme. Excelente equilíbrio da acidez. Álcool marcante. Retrogosto alcoólico. Bom, mas precisa de tempo em decanter.