Finca Masabor Crianza 2015 Edicion Limitada  Toro
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Finca Masabor Crianza 2015 Edicion Limitada | Toro


Código 3786

R$ 155,00

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  • Descrição
  • Região
  • Produtor

750ml
Região: Toro - DO Toro - Jóven
Uva: Tempranillo

Esse vinho passa 12 meses em barricas de carvalho francês. Cor vermelho cereja com reflexos de granada. Limpo, brilhante e coberto com alta intensidade de cor.

O nariz é intenso e complexo. Notas torradas e lembranças de compotas de frutas pretas e aromas balsâmicos que proporcionam frescor no nariz.

Na boca é um vinho seco, amplo e equilibrado, com uma entrada sedosa onde surgem notas de madeiras nobres e memórias de frutos pretos e ameixas cristalizadas.

O final é longo e persistente e com uma amplitude que lhe dá vários anos de melhoria na garrafa.

Harmonização: carnes e queijos curados, carnes vermelhas, embutidos.

Teor alcoólico: 14,5°

 

A Espanha tem uma longa relação com o vinho e há indícios de sua produção de até 4 mil anos a.C. A cultura do vinho sobreviveu à passagem dos bárbaros e árabes pela região, graças à uma pequena produção feita para os cristãos. Desde 1990 a Espanha tem passado por mudanças como modernização e regulamentação do setor. Atualmente a Espanha possui a maior área de vinhedos do mundo e é o terceiro maior produtor de vinhos. Na Espanha a legislação é clara e podem haver vinhos DOP (Denominación de Origen Protegida) que se subdividem em DO (Denominación de Origen) e DOCa (Denominación de Origen Protegida Calificada), VP (Vinos de Pago) e VCIG (Vinos de Calidad con Indicación Geográfica) e a classificação IGP (Indicación Geografica Protegida), conhecidos por Vinos dela Tierra. Os demais vinhos podem ser rotulados apenas como Vino. Além das indicações geográficas há a classificação por tempo de envelhecimento:

-Jóven: Vinhos engarrafados e colocados no mercado um ano após a sua safra, podendo ou não ter passado por madeira. 

-Crianza: Para tintos, o vinho deve ter envelhecido por, pelo menos, 24 meses, sendo que deve passar 6 em carvalho (ou 12 para DOCa Rioja e DO Ribera del Duero). Para brancos e rosados, o período mínimo de envelhecimento é de 18 meses e não há disposições quanto ao uso de madeira. 

-Reserva: Normalmente os Reserva são vinhos selecionados dentre os melhores lotes das melhores safras. No caso dos tintos, o período mínimo de envelhecimento é de 36 meses, sendo 12 em barris e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, o vinho deve envelhecer por 18 meses, sendo seis deles em madeira e os demais em garrafa (24 meses no total para DOCa Rioja e DO Ribera del Duero). 

-Gran Reserva: Vinhos produzidos apenas em safras excepcionais. Os tintos Gran Reserva envelhecem por, no mínimo, 60 meses sendo 18 em madeira (24 meses para DOCa Rioja e DO Ribera del Duero) e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, os períodos são de 48 meses de envelhecimento, sendo seis deles em carvalho.

A DO (Denominación de Origen) Toro está localizada a 700m de altitude e produz principalmente tintos. Aqui a Tempranillo é também chamada de Tinta del Toro. A região sofreu um salto de qualidade nas últimas décadas e hoje produz vinhos conhecidos e apreciados no mundo todo.

Toro

Monte de La Reina

Região: Espanha – Toro

Monte la Reina é uma vinícola jovem, moderna e dinâmica, formada por uma equipe multidisciplinar disposta a dar o melhor de si para oferecer o melhor produto. Acreditamos em inovação e nos envolvemos ao máximo em cada um de nossos projetos, buscando uma melhoria contínua que satisfaça nossos clientes em todo o mundo. 

A qualidade dos nossos produtos nos deu a possibilidade de alcançar muitos cantos do planeta. Atualmente, estamos presentes em mais de 25 países ao redor do mundo.  

O edifício da adega é projetado pelo arquiteto Jesus Juarez e está localizado em um promontório da propriedade, com vista para a borda da montanha como uma grande caixa cuja geometria está em diálogo com a paisagem circundante e do palácio aninhado no alto da colina.  

Os exteriores e a urbanização da adega foram construídos com materiais que atendem ao status de nobres e estão presentes na natureza, reforçando a ideia de integrar a arquitetura com seu entorno imediato. 

A adega é semi-enterrada no morro, a fim de combinar os objetivos estéticos com os técnicos e, assim, alcançar uma boa regulação de temperatura.

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